Em 2008 o Brasil liderou o ranking dos maiores exportadores de carne bovina no mundo, somando o volume de 2,2 milhões de toneladas equivalente carcaça e receita cambial de US$ 5,3 bilhões. Estes valores representaram uma participação de 28% do comércio internacional, exportando para mais de 170 paises.
A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.
A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).
Nas últimas décadas o parque industrial frigorífico se tecnificou e investiu na capacitação dos colaboradores, focando o cumprimento de normas internacionalmente reconhecidas. Neste sentido, os frigoríficos brasileiros implementaram os programas voltados para as Boas Práticas de Fabricação (BPF), Procedimentos Padrão de Higiene Operacional (PPHO), Procedimentos Sanitários Operacionais (PSO) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).
Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).
Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.